RITUÁRIO ORDINÁRIO CAPÍTULO GERAL| Missa pela eleição do Novo Superior Geral



CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
PELO CAPÍTULO GERAL E A 
 ELEIÇÃO DO SUPERIOR GERAL JESUÍTA
 (VOTIVA DO ESPÍRITO SANTO)

XXII.XI.MMXXV

Presidida por Sua Santidade o Papa Bento VIII 

Concelebrada por Dom João Carlos Vitalli SJ-M, Dom Antônio Ferraz Chiavi SJ-M, Dom João Pedro dos 
Passos SJ-M, Dom Murilo Herrmann e demais bispos, sacerdotes e Jesuítas 

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RITOS INICIAIS

SAUDAÇÃO

1. Reunido o povo, o presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Terminado o canto, o presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o presidente, voltado para o povo, diz:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

2. Em seguida, o presidente, abrindo os braços, saúda o povo:

A paz esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

ATO PENITENCIAL

3. O presidente convida os fiéis ao ato penitencial.

Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.

Após um momento de silêncio, o presidente diz:

Tende compaixão de nós, Senhor.

O povo:

Porque somos pecadores.

O presidente:

Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

O povo:

E dai-nos a vossa salvação.

Segue-se a absolvição sacerdotal:

Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

O povo responde:

Amém.

4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).

HINO DE LOUVOR

Em seguida, canta-se o Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).

ORAÇÃO COLETA

5. Terminado o hino, de mãos unidas, o presidente diz:

Oremos.

E todos oram com o presidente, por algum tempo, em silêncio.

Então o presidente, de braços abertos, reza a oração da coleta;

Senhor, o Espírito Paraclito que de vós procede, ilumina as nossas mentes e nos conduza à verdade plena, como nos prometeu o vosso filho. Ele que é Deus e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo por todos os séculos dos séculos.

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(1 Cor 12.5-13)

6. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura da carta de São Paulo aos Coríntios. Há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. Há diferentes atividades, mas é o mesmo Deus que realiza tudo em todos.
A cada um é dada a manifestação do Espírito, em vista do bem de todos. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de conhecimento segundo o mesmo Espírito. A outro é dada a fé, pelo mesmo Espírito. A outro são dados dons de cura, pelo mesmo Espírito. A outro, o poder de fazer milagres. A outro, a profecia. A outro, o discernimento dos espíritos. A outro, a diversidade de línguas. A outro, o dom de as interpretar. Todas essas coisas as realiza um e o mesmo Espírito, que distribui a cada um conforme quer.
Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo.
De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num só Espírito, para formarmos um só corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.

Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:

Palavra do Senhor.

Todos respondem:

Graças a Deus.

Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação. 

SALMO RESPONSORIAL
(Salmo 21)

8. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.

R/. Anunciarei vosso nome aos meus irmãos. 


EVANGELHO
(Jo 14, 15-21)

9. Segue-se o canto de aclamação.

10. Enquanto isso, o presidente, coloca incenso no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do presidente, pede a bênção em voz baixa:

Dá-me a tua bênção.

O presidente diz em voz baixa:

O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho  e do Espírito Santo.

O diácono faz o sinal da cruz e responde:

Amém.

11. O diácono dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:

O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

E com teu espírito.

O diácono diz:

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.

e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor.

Então o diácono incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Se me amais, guardareis os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós. Não vos deixarei órfãos. Eu virei a vós. Pouco tempo ainda, e o mundo não mais me verá, mas vós me vereis, porque eu vivo e vós vivereis. Naquele dia sabereis que eu estou no meu Pai e vós em mim e eu em vós. Quem acolheu os meus mandamentos e os observa,
esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai,
e eu o amarei e me manifestarei a ele.

12. Terminado o Evangelho, o diácono aclama:

Palavra da Salvação.

O povo responde:

Glória a vós, Senhor

13. Depois leva o livro ao presidente, que beija o livro e abençoa os fiéis.

HOMILIA

14. Em seguida, faz-se a homilia.

SÍMBOLO
(apostólico)

15. Terminada a homilia, pode-se rezar o símbolo.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

16. Em seguida, faz-se a oração dos fiéis.

Irmãos caríssimos, reunidos como Igreja e confiantes no poder do Espírito Santo que conduz o povo de Deus, elevemos nossas súplicas ao Senhor, rezando com fé: Ouvi-nos, Senhor.

 Pela Santa Igreja de Deus, pelo Papa Bento, por todos os bispos e presbíteros, para que, permaneça unida na fé, firme na esperança e zelosa na caridade, sustentada pela oração de todos os fiéis, rezemos ao Senhor.

 Pelos irmãos Jesuítas, que se reunião em Capítulo Geral, para que pela iluminação do Espírito Santo acolham ideias transformadoras para o futuro da ordem e escolham um superior segundo o coração de Cristo, que guie com ordem com sabedoria e santidade, rezemos ao Senhor.

 Por todos aqueles que serviram a Igreja, presente nesta realidade virtual de Minecraft, com amor e dedicação, para que Deus os recompense com a plenitude de sua graça e os sustente na fé, rezemos ao Senhor.

 Pelos povos e nações, especialmente aqueles que sofrem com a guerra, a pobreza e a perseguição religiosa, para que encontrem no Cristo um sinal de paz e diálogo, rezemos ao Senhor.

 Por todos os fiéis, chamados a interceder neste momento especial da história da Igreja, para que perseverem na oração e no compromisso missionário, rezemos ao Senhor.

 Por nós aqui reunidos, para que, alimentados pela Palavra, vivamos em fidelidade, buscando a santidade no serviço aos irmãos, rezemos ao Senhor.

O presidente conclui dizendo:

Senhor Deus, que enviastes vosso Filho para curar e salvar, ouvi estas preces que vos apresentamos, confiantes na vossa bondade. Conduzi a Igreja neste momento de espera, e fazei que possamos acolher com alegria aquele que escolherdes como novo Superior para essa ordem. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:

Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

17. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.

18. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo uma oferenda para celebração da Eucaristia.

19. O presidente, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.

20. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

21. Em seguida, o presidente recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.

Coloca o cálice sobre o altar.

22. Em seguida o presidente, profundamente inclinado, reza em silêncio.

23. E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono incensa o presidente e o povo.

24. Em seguida, o presidente,  de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.

25. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o presidente estende e une as mãos e diz:

Orai, irmãos, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo se levanta e responde:

Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

SOBRE AS OFERENDAS

26. Em seguida, abrindo os braços, o presidente reza a oração sobre as oferendas;

Olhai, senhor a oblação espiritual que com dedicação trazemos piedosamente ao vosso altar, concedei retidão de Espírito aos vossos filhos e filhas , para que sua fé corresponda esses dons e sua humildade os torne agradáveis aos vossos olhos. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

Amém.

PREFÁCIO
(O Espírito Santo, alma da Igreja)

27. Começando a Oração Eucarística, o presidente abre os braços e diz:

O Senhor esteja conosco.

O povo responde: 

E com teu espírito.

Erguendo as mãos, o presidente prossegue:

Corações ao alto.

O povo:

O nosso coração está em Deus.

O presidente, com os braços abertos, acrescenta:

Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

O povo:

É nosso dever e nossa salvação.

O presidente, de braços abertos, continua o prefácio.

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Nele quisestes renovar todas as coisas, e a nós destes participar da sua plenitude. Sendo de condição divina, despojou-se da sua glória e, pelo sangue derramado na cruz, trouxe a paz ao mundo inteiro; exaltado acima de todas as criaturas, tornou-se a fonte da salvação eterna para aqueles que lhe obedecem. Por isso, com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, entoamos o hino da vossa glória, cantando a uma só voz:

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o Santo (Sanctus).

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III

28. O presidente, de braços abertos, diz:

CP Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.

29. Une as mãos e estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas

Une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:

a fim de que se tornem o Corpo e  o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,

Une as mãos.

que nos mandou celebrar estes mistérios

30. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na noite em que ia ser entregue,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.

31. Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da Ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

32. Em seguida, diz:

Mistério da fé!

A assembleia aclama:

Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

33. O presidente, de braços abertos, diz:

CC Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

1C Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, são José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.

2C Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bento e o nosso Bispo João Carlos. Cardeal Vitalli, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.

3C Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,

Une as mãos.

por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

34. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

CP ou CC Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

Amém.

RITO DA COMUNHÃO

35. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o presidente diz, de mãos unidas:

Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O presidente abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

36. O presidente prossegue sozinho, de braços abertos:

Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O presidente une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.

37. O presidente, de braços abertos, diz em voz alta:

Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O presidente une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

Amém.

38. O presidente, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

A paz do Senhor esteja sempre covosco.

O povo responde:

E com teu espírito.
 
39. Em seguida, o presidente parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
 
40. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).

41. Em seguida, o presidente, de mãos unidas, reza em silêncio.

42. O presidente faz genuflexão, toma a hóstia, na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

43. Enquanto o presidente comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

44. Terminada a Comunhão, o diácono purifica a patena e o cálice.

Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio.

45. Então o presidente pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS COMUNHÃO

46. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o presidente, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:

Oremos.

E todos, com o presidente, rezam algum tempo, em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o presidente, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão;

Senhor nossos Deus, que nos fortalecei com o alimento celeste,  infundi a suavidade do vosso espírito no mais íntimo do nosso coração, para que alcancemos como dom da eternidade o que com devoção recebemos na vida presente. Por Cristo, nosso Senhor. 

ao terminar, o povo aclama:

Amém.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

47. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo em seguida antes da bênção, faz-se a oração pelo capítulo Geral da Ordem. 

Rezemos pelo nosso Capítulo: 

Pai misericordioso, Que ofereceste ao nosso pai Inácio um caminho de conversão E o conduziste pela mão a um sonho maior. Nós, seus filhos, Te pedimos agora, neste tempo de desafios e apelos, Que nos guies, como a ele, pelos caminhos da pobreza e humildade, para sentir e saborear a Tua Vontade. Acolhe, Pai, esta "mínima" Companhia, que se reúne em Teu nome. Acende em nossos corações o fogo do Espírito do Teu Filho, nosso irmão, amigo e Senhor, em cujo Amor e Vida tu continuas a nos reunir. Que o Teu Espírito nos acompanhe e guie, nestes dias de oração E discernimento em comum, para que possamos sentir a Tua Vontade em tudo e cumpri-la completamente. Nas mãos de Maria, Nossa Senhora do Caminho, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Amém. 

48. Na Missa pontifical, o presidente recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:

O Senhor esteja convosco.

Todos respondem:

E com teu espírito.

O presidente diz:

Bendito seja o nome do Senhor.

Todos respondem:

Agora e para sempre.

O presidente:

Nossa proteção está no nome do Senhor.

Todos:

Que fez o céu e a terra.

Então o presidente recebe a férula, e diz:

Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai  e Filho  e Espírito  Santo.

Todos:

Amém.

49. Depois, o diácono ou o próprio presidente diz ao povo, de mãos unidas:

Ide em paz, a Missa acabou.

O povo responde:

Graças a Deus.

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